terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Candidatura à Secção de Mafamude
Porque é que nos candidatamos? Para encontrar respostas para estas questões:
- O PS/Mafamude está condenado a não ganhar a Junta de Freguesia?
- Se o eleitorado vota no PS, em eleições nacionais, porque não vota no PS, para a junta de freguesia?
- Então, ganhar a junta de freguesia é uma causa perdida?
- Como? O quê?
- Com quem?
- E porque é que temos de nos dar a tanto trabalho?
- Queremos estar com os bons exemplos, em Gaia.
- Queremos dirigir a secção de Mafamude!
- É a hora de mudar. Rumo a 2013.
Concorda connosco? Ou concorda, pelo menos, que somos capazes de ouvir e respeitar a sua discordância?
Então não deixe que decidam por si. Vote connosco. Junte-se a nós neste desafio.
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11 comentários:
O grande problema da secção de Mafamude é que a actual direcção em vez de se abrir para os fregueses, mantém-se fechada e discute assuntos do "arco da velha" e questiúnculas sem a mínima importância. A actual direcção na pessoa do seu coordenador não tem qualquer projecto para a freguesia.Assim sendo como pode aspirar a ganhar eleições? Quem ganhar as próximas eleições internas terá de abrir o partido à freguesia e ir de encontro aos eleitores e criar estratégias ganhadoras. Actualmente e desde há 7 anos, a secção do PS de Mafamude encontra-se à deriva e sem rumo.
Eu não conheço a pessoa que foi candidata à junta nestas eleições de 2009. Não me dizia nada, nunca a vi mais gorda nem mais magra.A campanha do PS/Mafamude nem se notava na rua.Por isso mesmo não perdi o meu tempo a votar em quem não conhecia e num programa que me pareceu sinceramente ser confuso e mal elaborado. As pessoas que o escreveram deviam conhecer muito mal a freguesia. Se não sabem no que se metem e para que se metem, qual a razão de andar a prejudicar a imagem do partido se não conseguem ganhar eleições?
É verdade! O ainda coordenador da secção do PS de mafamude perde o seu tempo a fomentar guerrilhas sem nexo contra a concelhia do partido em Gaia. Se calhar julga-se superior aos outros, ou tem intenções de tentar ser presidente do PS de Gaia? Muito dificilmente o seria pois não tem carisma nem projecto para o concelho e para mafamude já se viu que não serve. Uma coisa é certa, esse coordenador, de socialista não tem nada, pois com estas "brincadeiras aos políticos" a única coisa que está a conseguir fazer é favorecer os adversários políticos do PS. Devolvam a secção de mafamude aos verdadeiros socialistas.
Esses dirigentes da secção de mafamude não são socialistas. Devem andar a tentar arranjar algum tacho e para isso precisam de controlar a secção para terem alguma visibilidade no interior do partido.
Observei com muita atenção o vosso gráfico sobre as entradas de militantes desde 1974 até aos dias de hoje e é inquietante verificar o número de militantes que entraram entre 2002 e 2003 (ano em que este coordenador ganhou a secção). O dito indivíduo fartou-se de meter militantes, que apenas aparecem no dia das eleições para a secção e nem sequer exercem qualquer tipo de militância na secção. É vergonhoso isto! Mas pior ainda é que tanto esse "coordenador" como a última candidata à junta pelo partido nem sequer são socialistas. Apenas têm tentado destruir o PS em Gaia com os seus ataques à concelhia e ao presidente desta.
O PS da freguesia de mafamude não ganha eleições porque os responsáveis dessa secção não sabem fazer campanha nem percebem nada de política.
A melhor forma do PS ganhar em Mafamude é de substituir a actual direcção por outra melhor.
Comentário aos comentários
Numa coisa parece que estamos de acordo: a necessidade de dar um novo rumo ao PS Mafamude. Um rumo que valorize sobretudo a intervenção política, em torno das questões locais (da freguesia e do concelho) e nacionais. E, para isso, devemos valorizar todos os dias o nosso programa, a nossa ideologia, a nossa afirmação de esquerda, a nossa vontade indomável em participar na construção duma sociedade que dê dignidade a todos. Quaisquer fugas a este objectivo é um retrocesso, um atraso nesse objectivo.
E ganhar as eleições em 2013 exige de todos, desde já, a máxima disponibilidade e participação activa.
Nos comentários anteriores,anónimos ou não, existem convicções que importa reflectir. O actual secretário coordenador, ao fazer-se eleger em 2003, foi candidato à Junta de Freguesia pelo PS. Foi eleito membro dos orgãos nacionais, distritais e concelhios do partido. Foi eleito nas listas do PS para as assembleias de freguesia e municipal.
Recebeu, no mínimo, o benefício da dúvida do partido, ao longo destes anos todos. Não podemos, superficialmente, dizer que não é socialista, mesmo que nos lembremos dos casos conhecidos de abandono das nossas fileiras para apoiar, colaborar ou integrar outros partidos. Mesmo que a sua actuação, nesses orgãos, tenha resultado numa descredibilização total.
A questão, para mim, não será essa. A visão que o actual secretário coordenador tem da política é que, para ele, fazer política é estar nos orgãos internos ou públicos e, para isso, quanto maior o peso eleitoral da sua secção mais fácil será atingir esse objectivo.
A minha visão (a nossa) do partido e da política não é essa. Queremos estar onde tivermos de estar, porque a nossa militância (de todos) foi de tal forma meritória, junto do partido e do eleitorado, que essa é a consequência e não o objectivo.
As desavenças e críticas à direcção da concelhia ou da distrital são sustentadas em questões formais e judiciosas, que nada têm de político. Para quem apoiou o actual presidente da concelhia, nos últimos 2 mandatos, até às eleições autárquicas, porque deixou de apoiar e passou a zurzi-lo? De igual modo com o Presidente da Federação do Porto. Não se conhecem divergências políticas (porque ninguém conhece o seu pensamento político). Mesmo quando inquirido directamente sobre isso nada responde.
A questão, para mim, tem apenas que ver com a forma como olhamos e sentimos o partido. Uns, movem-se pelas suas causas ideológicas e objectivos políticos; outros, por entenderem que a sua “sabedoria” é transcendental e, como tal, o seu valor é tão superior que basta a sua presença nos orgãos e cargos eleitos para que tudo aconteça.
Daí o facto de hoje se apoiar uns e amanhã outros, com base no tamanho da secção e controle dos seus votos, e não na mobilização dos militantes, que entram às dezenas, apenas para cumprir o objectivo único: a sua presença.
Com a sua derrota na secção ficaremos a saber, para quem ainda tem dúvidas, da sua vontade genuína de ser socialista e militante de causas e, não de lugares.
A actual situação política do país e os ataques ao PS são uma prova evidente do que o partido precisa: afirmação política, militância, ideologia. Depois das eleições para a secção no final de Março uma coisa é já certa: nada será como dantes.
Não tenham medo dos comentários do gasto coordenador de Mafamude. Ele quer ser o dono da secção. Do que se pode observar do panfleto eleitoralista que ele publicou no pasquim a que chama blogue ele não tolera outros candidatos a não ser ele. Eu gostava de saber quais as actividades dos restantes membros do seu secretariado para além de dizerem ámen ao seu dono e de assinarem os discursos dele.
O candidato que ganhar a secção terá que ser uma pessoa de mentalidade aberta; que não tenha a mania da perseguição; que não invente histórias derivadas de delírios; que não queira representar o partido na freguesia por vaidade;que respeite os militantes; que não seja arrogante; e acima de tudo que seja um homem e não um garoto.
Fora com o actual secretário-descoordenador do psmafamude. Ele só sabe dividir em vez de unir os militantes;ele descoordena em vez de coordenar;nem sequer deixa publicar comentários desfavoráveis no blogue do psmafamude. É mesmo um caso de asfixia democrática.
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